O Início

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Dos quadrinhos aos livros, revistas e sites, a Editora Globo é uma empresa curadora de conteúdo de qualidade, segmentado, e presente em qualquer plataforma que faça sentido para o público. Com mais de 17 marcas no portfólio – incluindo Vogue, Casa Vogue, GQ e Glamour, após joint-venture estabelecida com a Condé Nast em 2011 –, a Editora Globo e Edições Globo Condé Nast têm 3,4 milhões de cópias mensais, 9,2 milhões de leitores, 19 websites, 11,4 milhões de visitantes únicos por mês, 40 eventos anuais, 25 aplicativos para iPhone, iPad e Android e mais de um milhão de downloads. Conta, ainda, com a marca Globo Livros, que tem mais de 1.000 títulos no catálogo de livros, de autores nacionais e internacionais, publicados em menos de dois anos. No campo digital, a marca tem 200 títulos e parcerias com os principais players do mercado, como Apple, Kobo Cultura, Google, Saraiva e Amazon.


Cinderela para Mulheres

Revista Cinderela, 07/1950. Acervo Ed. GloboNo início da década de 1950, a aposta volta-se, mais firme, para o público feminino. É lançada a primeira revista  para mulheres: Cinderela – Confissões Sentimentais – Histórias de Amor em Quadros.  As capas traziam ilustrações de Walter Lima, Lutz e Benício Fonseca, um jovem gaúcho que seria considerado décadas depois um dos maiores artistas gráficos brasileiros do século XX. 

Mais tarde, com o selo de “Nova fase”, Cinderela passa a publicar também fotonovelas. A primeira foi Ramuntcho, baseada no romance de Pierre Loti. A revista tinha também o Club da Amizade, uma espécie de classificados para moças e rapazes  e o Bazar das Novidades, com curiosidades, informações enciclopédicas ou atualidades, seções de comportamento e saúde, receitas e letras de música. Foi um sucesso e só parou de circular em 1966.