Patrimônio

Patrimônio

A Fundação Roberto Marinho iniciou suas atividades, em 1977, com a Campanha de Preservação da Memória Nacional. A proposta era conscientizar a população e as autoridades para a importância e necessidade da preservação e restauração do patrimônio histórico. O slogan da campanha, exibido em comerciais na Globo, era: "Nosso passado está vivo, ajude a conservá-lo".


Educação e Memória

Propaganda da campanha Preservação da Memória Nacional da Fundação Roberto Marinho. Acervo Ed. Globo

No início da Fundação Roberto Marinho, os projetos eram pontuais. Não existia uma marca, uma identidade. Os caminhos foram apontados por pesquisas. “Começamos a focar em educação. Inclusive, o próprio trabalho de patrimônio tinha a tônica da educação, e deu certo”, conta José Roberto Marinho, presidente da Fundação e vice-presidente das Organizações Globo. Conceito assimilado, a Fundação Roberto Marinho passou a recuperar monumentos, prédios e documentos. Incentivou a população a valorizar o seu passado histórico e a contribuir com a memória do país.

“O autêntico sentido da tradição está no zelo com que recebemos do passado e transmitimos ao futuro esses bens, que, em todos os campos, são como a biografia de nosso pai.” (Roberto Marinho) 

Os projetos em defesa do patrimônio chegaram a vários estados. No ano de inauguração, em 1977, a Fundação Roberto Marinho iniciou a campanha Preservação da Memória Nacional. A ideia era conscientizar os brasileiros a conservar suas raízes. Rio de Janeiro e Minas Gerais inauguraram os primeiros projetos de revitalização. O Programa Cultural restaurou a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, no Serro, em Minas, e o Solar Grandjean de Montigny, no Rio, apoiado pelo Iphan.

No discurso que fez no Centro de Ensino Unificado de Brasília, em 1979, Roberto Marinho lembrou aos alunos o dever de preservar a memória do país.