Sucesso

Sucesso

A partir do final da década de 1980, a Som Livre se firma no mercado com o lançamento de discos que viraram uma verdadeira febre. A trilha da novela O Rei do Gado, de Benedito Ruy Barbosa, vendeu mais de um milhão de cópias, em menos de um mês. Com o surgimento da internet, a Som Livre criou, em 1999, sua primeira loja virtual.


Slap

Em 2007, por iniciativa de Gustavo Ramos, diretor-geral da Som Livre à época, nasce o Som Livre Apresenta (depois rebatizado para slap), selo boutique da gravadora, com o objetivo de abrir portas e criar oportunidades para novos talentos em um período de muita produção musical e poucos caminhos disponíveis dentro das grandes gravadoras.

“Atingimos o nosso objetivo, que era enfrentar um pouco aquele baixo astral que reinava”, Leonardo Ganem, ex-diretor-geral da Som Livre

O selo surge em um momento em que a pirataria, os altos preços de CDs e o compartilhamento gratuito de músicas pela web minam o mercado fonográfico. “Atingimos o nosso objetivo, que era enfrentar um pouco aquele baixo astral que reinava”, afirma Leonardo Ganem, que assumiu a diretoria geral da companhia no fim de 2007.

Maria Gadú, 2009. SLAP/Som LivreDe início, foram lançados muitos artistas de grande diversidade musical, como Jonas Sá, Tom Bloch, Orquestra Contemporânea de Olinda e Tiago Iorc, entre outros. Foram dez lançamentos em seis meses. O ano da virada do selo foi 2009, com dois lançamentos de grande impacto: Little Joy, projeto de Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti, baterista da banda americana Strokes, e Maria Gadú, que rapidamente se transformou no maior novo talento da música brasileira dos últimos anos e uma das artistas mais populares da MPB.

Entre os lançamentos mais recentes do slap estão Marcelo Jeneci e Silva, artistas que vão também se firmando como os grandes talentos que são.