Destaques

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Desde o lançamento, O Globo privilegiou diversas categorias profissionais que abrilhantaram a produção jornalística ao longo dos anos. Contou com talentos na caricatura, ilustração, fotografia, colunas, seções, cadernos e suplementos. O jornal é um colecionador de prêmios em função da sua qualidade editorial e respeito ao leitor. 


Televisão e humor

A área de televisão foi coberta por Paulo Alberto Monteiro de Barros, sob o pseudônimo de Artur da Távola, durante mais de 15 anos. Em entrevista ao Memória Globo, o jornalista contou as conversas que mantinha com Roberto Marinho sobre as críticas que fazia na sua coluna: “Muitas vezes, o dr. Roberto se aborrecia com os meus comentários e me chamava para conversar. Eram conversas muito boas, leais, francas. Ele achava minhas críticas duras. Eram mesmo. Então, ele recomendava: ‘Muda de tom, muda de tom‘. Mas sempre de uma maneira muito afetuosa. “

Escreveram também para a coluna de TV, entre outros, os jornalistas Telmo Martino, Patrícia Andrade e Renata Reis. Patrícia Kogut, que entrou no jornal em 1995 e atualmente responde pelo setor, comenta o perfil da coluna: “A gente hoje procura colocar mais o programa do que a pessoa. A informação pode vir de qualquer lugar. Eu me esforço para que a coluna tenha notícia, um tempero próprio. Uma coluna popular.”

Coluna de humor passou a fazer parte do jornal desde o ano de seu lançamento, em 1925. Chamava-se Humorglobinas. Entre os que escreveram para O Globo estão Jô Soares, que tinha uma coluna ilustrada com desenhos e Agamenon, de Marcelo Madureira e Hupert, que terminou em 2013.