Expansão

Expansão

A partir de 1997, ano da consolidação da liderança da Globosat no mercado brasileiro de TV por assinatura, uma série de novos canais e transformações técnicas mudaram o perfil da empresa. A filosofia por detrás disso é apontada por Pecegueiro. “A gente começou a passar por um processo de instruir, educar e aparelhar o mercado para lidar com essa nova mídia.” Surgiram os canais Futura, Canal Brasil, Viva e Gloob. 

 


Viva

Resgatar a memória afetiva do telespectador ao relembrar novelas, séries, minisséries, humorísticos e filmes é a missão do Viva, lançado em maio de 2010. A grade do novo canal traz sucessos da Globo, atrações consagradas dos canais Globosat e programas de grande repercussão nas TVs do mundo todo.

“O Viva, usando o acervo da Rede Globo, é um sucesso imediato e retumbante.” (Alberto Pecegueiro, diretor-geral da Globosat)

O Viva também começou a produzir programas que já foram ao ar na Globo, como o Sai de Baixo, exibido entre 1996 e 2002. O canal promoveu o reencontro da “turma do Arouche” sob a direção de Miguel Falabella, o Caco Antibes do humorístico, e produziu quatro novos episódios. Na primeira exibição do especial de Sai de Baixo, o canal Viva liderou a audiência da TV por assinatura.  A diretora do canal, Letícia Muhana, conta: “Sabia que o Miguel estava atolado de trabalho, mas ele topou. Disse que tinha até o roteiro dessa volta do Sai de Baixo em sua cabeça.” Coube a ela e a sua equipe reunir o restante do elenco, recrutar convidados e colocar no ar os novos episódios da série de humor.

A ideia de criar um canal de reprises veio através de pesquisas de mercado, como conta o diretor-geral da Globosat, Alberto Pecegueiro: “Detectamos no mercado um espaço para um grupo de consumidores de TV paga que não tinha preferência específica por nenhum canal. Identificamos que esse público era de mulheres de mais de 40 anos, que têm como principal foco a família e o lar. Começamos a ver qual o produto que poderíamos oferecer, e identificamos essa oportunidade.”