Obras de Arte

Obras de Arte


Candido Portinari

Candido Portinari, Espantalho, 1940. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Candido Portinari, Espantalho, 1940.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


Esse quadro faz parte da série de "Espantalhos", em que Portinari pinta com dramaticidade o contraste entre a seca e a miséria nordestinas com as crianças brincando e os balões no céu. O quadro participou da exposição Trésors Artistiques – Villes Candidates aux Jeux Olympiques de l’An Brasília, Musée Olympique, em Lausanne, Suíça, em 1993.

 

Candido Portinari, Floresta (Coelhinho), 1942. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Candido Portinari, Floresta (Coelhinho), 1942.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


Amigo pessoal de Portinari, esse era um dos quadros preferidos de Roberto Marinho. Floresta (ou Coelhinho, como também é conhecido) faz parte de uma série de quadros do pintor sobre a fauna e a flora brasileiras. A obra participou da Exposição de Pintura e Escultura, na inauguração do edifício da Sul América Seguros, no Rio de Janeiro, em 1949, um dos mais importantes eventos artísticos da época.

 

Candido Portinari, Brodósqui, 1942. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Candido Portinari, Brodósqui, 1942.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


Portinari se inspira nas reminiscências da infância para pintar o quadro Brodósqui, nome da cidade onde nasceu no interior de São Paulo. Roberto Marinho adquiriu duas telas chamadas Brodósqui: essa, em que aparece o menino; e outra, que retrata outro ângulo da mesma estrada, tendo apenas balões no céu.

 

Candido Portinari Circo, 1942. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Candido Portinari, Circo, 1942.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


O Circo na pequena cidade de Brodósqui, São Paulo, onde Portinari nasceu, era a alegria da garotada. O universo circense, com seus palhaços e bailarinas, pintados com cores suaves, está eternizado em várias obras do artista.

 

Candido Portinari, Santa Cecília, 1954. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Candido Portinari, Santa Cecília, 1954.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


O quadro Santa Cecília era um dos preferidos de Roberto Marinho. Ficava no salão principal de sua casa no Cosme Velho. São muitas as fotos de recepções dadas pelo jornalista com a tela ao fundo. A obra, adquirida por Roberto Marinho em 1969, havia sido emprestada em 1955 para decorar a “Sala dos Bispos” construída para o XXXVI Congresso Eucarístico Internacional, na Esplanada do Castelo, no Rio de Janeiro.

 

Candido Portinari, sem título, 1959. Óleo/tela. Foto: Cristiana Isidoro
Candido Portinari, Sem título, 1959.
Óleo/tela. Foto: Cristiana Isidoro


Presente de Lily Marinho a Roberto Marinho, o menino pobre com um pássaro nas mãos é, provavelmente, mais uma reminiscência da infância de Portinari em Brodósqui, sua cidade natal. A figura do pássaro, solto, nas mãos de crianças ou adultos, ou na gaiola, é recorrente em muitos trabalhos do artista.