Irineu Marinho esteve, durante toda a vida, ligado a grupos, políticos e movimentos que sonhavam com uma república antioligárquica e um modelo de nação mais inclusiva. Por seu posicionamento político, viu seu jornal ser suspenso em 1914 e enfrentou quatro meses de prisão, em 1922, acusado de apoiar o Movimento Tenentista.


Prisão

Bilhete de Irineu Marinho para D. Chica. Prisão da Ilha das Cobras, 10/07/1922. Arquivo/Memória GloboEm 1922, Irineu Marinho enfrentou, novamente, problemas com o governo e a censura. Nas edições que antecederam a revolta dos 18 do Forte de Copacabana, A Noite deixou clara sua simpatia pelos tenentes. Dessa vez, no entanto, Irineu Marinho não escapou da prisão. O governo de Epitácio Pessoa o manteve por quatro meses no quartel da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro, sob acusação de colaboração com o Movimento Tenentista.