A Rio Gráfica tinha sede na rua Itapiru, entre os bairros do Catumbi e do Rio Comprido, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A editora tornou-se um dos maiores parques gráficos da América Latina. Editava revistas de grande circulação e fascículos, além de quadrinhos, como Almanaque do Mandrake, O Príncipe Valente e Jerônimo: o Herói do Sertão.


Fora do ar

Alberto Pecegueiro, um dos ex-diretores da Rio Gráfica, não lembra qual foi a revista, mas recorda que Roberto Marinho pediu para tirar uma campanha do ar a fim de evitar briga com a igreja. 

“Era uma das revistas infantis. O pessoal de Promoções fez um comercial na televisão que puxava as crianças para irem à banca, e o encerramento da campanha se inspirava numa brincadeira infantil: ‘O último a chegar é mulher do padre.’ Com dois dias de veiculação, recebemos uma ligação da TV Globo dizendo: “Olha, o Dr. Roberto pediu para tirar a campanha do ar porque o bispo já ligou para ele, reclamando desse tipo de linguagem na campanha da Rio Gráfica”.