A experiência da Fundação Roberto Marinho em teleducação levou à criação do Canal Futura, em 1997. Sustentado por empresas e corporações privadas, o Futura é um modelo novo de educação em televisão, no qual os parceiros participam do desenvolvimento dos programas e das ações sociais. É uma via de mão dupla. Hugo Barreto, secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, explica que “são parceiros privados que se juntaram e assumiram um compromisso de longo prazo para que esse canal dê certo”. 


Parceiros

O Canal Futura é mantido financeiramente pelos seguintes parceiros: Confederação Nacional das Indústrias (CNI); Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan); Fundação Bradesco; Fundação Itaú Social; Fundação Vale; Rede Globo; Sebrae; Turner/CNN; Grupo Votorantim e Grupo Gerdau.

O secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, Hugo Barreto, acredita que o  Futura é também um novo modelo de educação em televisão. “É um canal de educação privado, sustentado por empresas e corporações particulares. Um canal 24 horas que está na televisão paga por assinatura e na banda C, que são as parabólicas. Isso você vê muito na área rural, na periferia das grandes cidades e nas favelas. O trabalho do Futura não acaba na tela de televisão.”