A Fundação Roberto Marinho iniciou suas atividades, em 1977, com a Campanha de Preservação da Memória Nacional. A proposta era conscientizar a população e as autoridades para a importância e necessidade da preservação e restauração do patrimônio histórico. O slogan da campanha, exibido em comerciais na Globo, era: "Nosso passado está vivo, ajude a conservá-lo".


MNBA

Painel de Djanira no Museu de Belas Artes, no Rio de Janeiro, 07/01/1997. Julio Cesar Guimarães/Agência O GloboO pátio do espaço reformado no Museu Nacional de Belas Artes passou a se chamar “Lily e Roberto Marinho”, em agradecimento às obras de recuperação. Em 1991, a parceria entre o antigo Banco Real e a Fundação Roberto Marinho permitiu a reabertura das galerias dos séculos XVII, XVIII, XIX e XX. O museu passou, ainda, por outras restaurações. Uma delas foi na instalação do painel Santa Bárbara, criado pela pintora Djanira em azulejos, em 1964, para o túnel Catumbi-Laranjeiras, numa homenagem aos operários soterrados na construção.

Em 1995, o MNBA abrigou a exposição de Auguste Rodin. Uma das peças do escultor, Meditação sem Braços, considerada uma das12 cópias autênticas feitas a partir do molde original,  foi adquirida pelo museu com o apoio do banco ABC Brasil.