Quando a Globosat começou, em 1991, era uma empresa que produzia e distribuía conteúdos variados. Com o tempo, a experiência mostrou que são duas maneiras distintas de administrar conteúdos para TV segmentada. Ao olhar para a cadeia de valor do negócio TV por assinatura, separar a produção dos conteúdos, da maneira com que esses conteúdos chegam à casa dos assinantes, fazia todo o sentido. Essa decisão deu à empresa vantagem competitiva, e foi um marco na história da Globosat.


Reformulação da Globosat

“Ou a gente cresce o número de canais e ocupa outros segmentos, ou vamos ser engolidos pela concorrência.” (Alberto Pecegueiro, diretor-geral da Globosat)

Com a Net Brasil crescendo, também foi o momento de implantar inovações na Globosat, agora voltada para a produção e a programação. “Em março de 1995, apresentei aos acionistas um plano estratégico: ‘Ou crescemos o número de canais e ocupamos outros segmentos, ou seremos engolidos pela concorrência’”, relembra Alberto Pecegueiro, que teve o aval dos acionistas das Organizações Globo para redesenhar a Globosat. “Entramos numa corrida louca, fazendo uma joint venture com estúdios para o Telecine, que deu origem a outros quatro canais; para lançar o USA, a Globo News, o Canal Brasil e os canais adultos; e para multiplicar o SporTV”, completa.