Desde o lançamento, O Globo privilegiou diversas categorias profissionais que abrilhantaram a produção jornalística ao longo dos anos. Contou com talentos na caricatura, ilustração, fotografia, colunas, seções, cadernos e suplementos. O jornal é um colecionador de prêmios em função da sua qualidade editorial e respeito ao leitor. 


Música

O colunista e disk jockey Big Boy. O Globo, 13/03/1976. Arquivo / Agência O GloboComentários sobre música clássica e popular eram assinados por nomes como Sílvio Tullio Cardoso, Ary de Vasconcelos, Octávio Bevilacqua, João Máximo, Zito Batista Filho, Nelson Motta, Tom Leão, Ana Maria Bahiana, entre outros. O crítico Luis Paulo Horta, em depoimento ao Memória Globo, chegou a confessar que tinha o sonho de ensinar jornalistas a fazer crítica de música clássica. “Esse tipo de crítica supõe uma preparação. Música clássica não é uma coisa que você aprende de um dia para outro. É como escrever a própria música”.

Outros ritmos também foram abordados em colunas sobre música, como a Top Jovem (1970-1974), escrita por um dos ícones da cultura jovem carioca da década de 1970, o DJ Big Boy.