Com o crescimento da produção de novelas da Rede Globo, a Som Livre se viu diante da escassez de intérpretes para gravar as inúmeras trilhas sonoras compostas.  Montou seu próprio cast com Djavan, Fafá de Belém, Ivan Lins, Cazuza, Fábio Jr., entre outros. Uma aposta da gravadora nessa época foram os Novos Baianos, recém-chegados ao Rio de Janeiro.


Regionalismo

“O Brasil é um encontro de raças e culturas.” Roberto Marinho

A criação de sucursais em outros Estados foi um caminho natural para a Som Livre. “O Brasil é muito grande e tem influências diversas em cada região. Estamos chegando ao músico e dando condições para que ele grave, sem necessidade de se afastar muito da sua região de origem, e vendendo seu disco próximo ao público dele”, explicou, na época, João Araújo.

A operação começou em 1983, com a associação entre a Som Livre e a Rede Brasil Sul, afiliada da Rede Globo, para o lançamento de artistas regionais – tanto em LPs individuais como para aproveitá-los para as trilhas sonoras. Após o Rio Grande do Sul, artistas de Minas Gerais, Goiás, Pernambuco e Bahia entraram na mira da gravadora.