Roberto Marinho tinha sensibilidade para as artes plásticas, mas também foi um apreciador de música, teatro, cinema e literatura. Desenvolveu um gosto apurado pela cultura que o acompanhou por toda a vida. Abriu a casa do Cosme Velho para apresentações artísticas. Criou uma farta biblioteca e fez parte da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil. A consagração veio em 1993, quando se tornou “imortal” da Academia Brasileira de Letras.


Autores

Entre os autores que constavam da biblioteca de Roberto Marinho estavam: Olavo Bilac, Machado de Assis, Rubem Fonseca, Cecília Meireles, Aluízio Azevedo, Otto Maria Carpeaux, Câmara Cascudo, Augusto dos Anjos; Affonso Romano de Sant’anna, Euclydes da Cunha, Ruy Barbosa, Erico Verissimo, Lima Barreto, Orígenes Lessa, José Lins do Rego, Guimarães Rosa, Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu, Coelho Neto, João do Rio, Luis de Camões, Guy de Maupassant, Voltaire, Miguel de Cervantes (mais de uma edição de Dom Quixote), Balzac, Churchill, Shakespeare, Nietzsche, Dante Alighieri (mais de uma edição de A Divina Comédia), Freud, Carl Jung, Thomas Mann, Ernest Hemingway, Charles Baudelaire, Alexandre Dumas, Victor Hugo, Émile Zola, Nikolái Gogol, Leon Tolstoi, José Saramago, Charles Dickens, Proust, Goethe, García Lorca, Gabriel García Márquez, Gore Vidal, Milan Kundera, Platão, George Orwell, Coleção Contos do Mundo – Os Russos, Hans Staden, Stefan Zweig, Chesterton, Umberto Eco, Julio Cortazar, Sartre, entre outros.

Há também dicionários, em diversas línguas, e enciclopédias, além de coleções como a Brasiliana, Os Pensadores e literárias.