Roberto Marinho tinha sensibilidade para as artes plásticas, mas também foi um apreciador de música, teatro, cinema e literatura. Desenvolveu um gosto apurado pela cultura que o acompanhou por toda a vida. Abriu a casa do Cosme Velho para apresentações artísticas. Criou uma farta biblioteca e fez parte da Sociedade dos Cem Bibliófilos do Brasil. A consagração veio em 1993, quando se tornou “imortal” da Academia Brasileira de Letras.


Biblioteca Roberto Marinho

Roberto Marinho foi um dos maiores colecionadores de obras de arte do Brasil. Mas também mantinha em casa uma vasta e diversificada biblioteca. Literatura em geral, história do Brasil, livros sobre medicina, psicologia, psicanálise, educação, tecnologia, comunicação, filosofia, religião e outras áreas específicas. Tinha obras completas, livros com mais de uma edição e obras de tiragem limitada, muitas vezes, com impressão especial em nome de Roberto Marinho.