Emiliano Di Cavalcanti

Emiliano Di Cavalcanti, sem título, 1957. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Emiliano Di Cavalcanti, Sem título, 1957.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


O fascínio de Di Cavalcanti pelo colorido das favelas cariocas.

Emiliano Di Cavalcanti, sem título, 1955. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Emiliano Di Cavalcanti, Sem título, 1955.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


A ilha de Paquetá, um dos cenários que Di Cavalcanti gostava de retratar. Roberto Marinho apreciava os "Paquetás" de Di Cavalcanti e adquiriu quatro obras do artista com paisagens da ilha.

Emiliano Di Cavalcanti, sem título, 1940. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Emiliano Di Cavalcanti, Sem título, 1940.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


Di Cavalcanti amava a boemia dos bares e bordéis. Muitos dos seus quadros são homenagens às mulheres, em especial, às mulatas por quem se sentia seduzido. O quadro participou das exposições Di Meu Brasileiro, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e Di Cavalcanti, 100 anos – As Mulheres de Di, no Centro Cultural Banco do Brasil, RJ, ambas em 1997.

Emiliano Di Cavalcanti, Sem Título, 1970. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Emiliano Di Cavalcanti, Sem título, 1970.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


Aos 73 anos, o pintor boêmio retrata uma mulher mais introspectiva no ambiente caseiro. O quadro fez parte da exposição Di Cavalcanti – De Flores e Amores, no espaço Cultural da BM&F, SP, em 2007.

Emiliano Di Cavalcanti, Sem Título, 1960. Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz
Emiliano Di Cavalcanti, Sem título, 1960.
Óleo/tela. Foto: Pedro Oswaldo Cruz


O casal de negros revela a admiração de Di Cavalcanti pelo tipo brasileiro. Nas palavras do próprio artista: "A mulata, para mim, é um símbolo do Brasil. Ela não é preta nem branca. Nem rica nem pobre. Gosta de música, gosta do futebol, como nosso povo."  (Fonte: http://www.dicavalcanti.art.br)

Emiliano Di Cavalcanti, Sem título, s/d. Grafite/papel. Foto: Cristiana Isidoro
Emiliano Di Cavalcanti, Sem título, s/d.
Grafite/papel. Foto: Cristiana Isidoro


Desenho de Di Cavalcanti retrata a graciosidade de duas jovens negras. Foi adquirida por Roberto Marinho em 1995.